Que tal criar “vagalumes domésticos”?
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- 19 abr, 2011
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Tá certo que não são EXATAMENTE vagalumes, mas quando você souber como funciona, vai entender a comparação!
Tudo começou em Milão. O nome dessa engenhoca é Flylight, de Lonneke Gordijn e Ralph Nauta (ambos trabalham para o Studio DRIFT) junto com os engenheiros Klaas van der Molen e Luuk van Laake. Acredito que você não precisava de tanto despejo de informações, mas vai lhe ser útil se quiser conversar sobre isso ou mostrar para alguém!

Essa instalação iradíssima (e, até agora, sem sentido) é composta de 160 tubos de vidro. Esse tubos acendem em resposta ao espectador e foram inspirados pelos movimentos daqueles grupos enormes de pássaros que migram para se reproduzirem em algum lugar. Ai você me pergunta: “Como assim, ‘em resposta ao espectador’? É tipo bola mágica???”. Óbvio que não, filhote de cruz credo. Aprecia mais um pouco a imagem enquanto eu elaboro a explicação de uma forma simples…
Tá, acho que tá fácil. Bom, se eu entendi, você não terá dificuldades… É o seguinte: cada lâmpada é programada com DNA digital e responde individualmente à presença das pessoas que passam por elas, sacou? Sensores ultra-sônicos detectam a distância entre os espectadores e essas cópias de vagalumes, fazendo com que o direcionamento do “grupo de pássaros” seja diferente a cada passo de cada indivíduo.
A mágica das luzes acontece muito mais à noite, que é quando vemos as oscilações como deveriam ser…
Bom, talvez eu não tenha simplificado tanto assim a resposta… Então pra você entender tudo de vez, vou te fazer um favor e postar também um vídeo pra você sentir o efeito todo dessa coisa! Viu? Você não tem nenhuma outra blogueira que faz isso pra você… Até tem. Mas eu aprecio muito mais que os outros a sua visita!
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